IAQ: Nick Foles, Mitchell Trubisky e a diferença de produção de jardas dos recebedores do Chicago Bears
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da betcris: Nick Foles e Mitchell Trubisky dividiram a responsabilidade como quarterback titular do Chicago Bears na temporada 2020. Foles fez sete partidas como titular, Trubisky foi responsável por começar os seis outros confrontos. O curioso é que o desempenho dos recebedores é bem diferente com cada um dos quarterbacks.
Mensuramos os números através do Índice de Auxílio ao Quarterback , criado pelo perfil Trick Play Brasil, e você pode ver como é a metodologia clicando aqui.
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da heads bet: Quarta-feira é dia de IAQ!
Confira como o QB do seu time é ajudado (ou não) pelos seus recebedores, seja por jardas depois da recepção ou pela falta de drops.
Seu RT é importantíssimo!! ❤️ pic.twitter.com/5sUV738pzI
— Trick Play Brasil (@TrickPlayBrasil) December 16, 2020
Vamos começar, contudo, com uma similaridade. Os recebedores do Chicago Bears demonstram mãos seguras com ambos os quarterbacks. Mitchell Trubisky viu 3.5% dos seus passes serem dropados; enquanto Nick Foles viu apenas 3% dos passes atingirem as mãos dos recebedores e caíram ao chão. Os atletas de Chicago estão no top-10 da liga no quesito, se destacando na NFL.
Contudo, a diferença entre jardas após a recepção é notória. Com Nick Foles, os jogadores de ataque dos Bears são disparados os piores da liga em produzir jardas após receber um passe, apenas 3.5 em média. Com Trubisky, entretanto, esse número chega a média de 5 jardas por recepção, ficando mais próximo do ‘quadrante positivo’.
#Bears
CHI is finding more rhythm on offense with Trubisky at QB.
Under center play-action/boot, leveled reads, RPOs (below) + the 1-on-1 matchups outside (Robinson).
Schemed passing offense — with defined throws. @NFLMatchup pic.twitter.com/lDH1tPoiVl
— Matt Bowen (@MattBowen41) December 14, 2020
Essa diferença pode indicar algumas coisas. A primeira é que talvez Trubisky lance seus passes com mais antecipação e com melhor localização que Foles, permitindo, assim, que os recebedores de Chicago permaneçam em velocidade, superando os tackles. A segunda é a possibilidade de um ataque diferente para cada quarterback, com chamadas por parte dos treinadores distintas. Mas somente com uma análise mais detalhada dos jogos que podemos assumir alguma das teorias como uma verdade irrefutável.